O Problema da Jovem por D.Ester Bezerra

olhar_do_jovemO Problema da Jovem por D.Ester Bezerra

Uma jovem que havia crescido na igreja foi pedir orientação, pois já não agüentava mais viver uma farsa. Todos os dias ela se esforçava para fazer tudo aquilo que tinha aprendido para ser uma jovem de Deus e, ainda assim, não conseguia se ver assim… Pelo contrário, só Deus sabia o que se passava dentro de sua cabeça todas as vezes que ela era repreendida, todas as vezes que precisava acordar cedo para estar na primeira reunião aos domingos pela manhã.

O problema não está em ser uma jovem de Deus. O problema está justamente no interior da jovem, que se diz nascida de Deus, mas que na realidade tem se enganado com isso. Ela se convence e acha que o padrão para ser uma jovem de Deus está fora do alcance de qualquer um.

Pessoas desse tipo se passam como nascidas de Deus, estão no nosso meio, e, como o joio e o trigo, é muito difícil identificá-las. Fazem as mesmas coisas que as nascidas de Deus, se parecem com as nascidas de Deus só por fora, mas o Senhor as conhece muito bem.

A questão é: se você se engana, você só faz mal a si mesmo. Quem vai sofrer é você. Enquanto você se convence de uma mentira, é você quem sofre, já que, por um tempo, você pode até passar como filho de Deus, mas e depois? E quando você já não agüentar mais o disfarce? Tudo passa, até as mentiras e os disfarces um dia são revelados.

É através de suas reações, não exteriores, mas sim internas, que se vê o Fruto do Espírito Santo. Lembremos de Caim, que também ofertou a Deus. Ele ofertou o que era pior, o que não representava nada para ele. Mas, aos olhos de todos, ele ofertava tanto quanto Abel.

O apóstolo Paulo disse: “… anunciar o evangelho de Deus, de modo que A OFERTA DELES SEJA ACEITÁVEL, UMA VEZ SANTIFICADA PELO ESPÍRITO SANTO”
(Romanos 15.16).

Não devemos fazer o que está nas palavras de Paulo para parecer santos, mas tão-somente para honrar a Deus como filhos da Luz.

“Pouco é o seres Meu servo, para restaurares as tribos de Jacó e tornares a trazer os remanescentes de Israel; também te dei como luz para os gentios, para seres a Minha salvação até à extremidade da terra” (Isaías 49.6).

Expandir Sua obra em vários lugares é sacrifício, sim, e é necessário termos perseverança, mas não é nada, como diz o versículo citado – “pouco é ser servo” –, diante da magnitude do Poder e Amor do nosso Deus.


Temos que ter caráter, vida íntegra e o testemunho de uma vida transformada, que é a melhor oferta para Deus. Não podemos ser apenas ofertantes, mas sim a própria oferta. E, para isso, é preciso que sejamos revelados – é preciso nascer de Deus.
Mantendo a revelação,


Por D. Ester Bezerra

Escolhido de Deus por D. Ester Bezerra

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Escolhido de Deus por D. Ester Bezerra

Sua infância foi difícil e a adolescência então, nem se fala. Quando já adulto, quando não aguentava mais tanta perseguição e racismo contra o seu povo, fez algo extremamente errado: assassinou um homem. Já que não tinha outra opção, fugiu para um lugar longe e desconhecido e procurou começar a sua vida ali, como se nada tivesse acontecido. Mas como apagar um passado tão duro? Como esquecer do seu povo que ainda sofria tanto?

Foi aí que Deus o chamou. Por diversas vezes Moisés não acreditou no seu chamado, mas, por fim, aceitou. A sua fé foi provada muitas vezes e somente quando ele obedeceu ao chamado é que Deus pôde fazer algo através dele. Ele voltou ao seu povo para tirá-lo da escravidão, largando toda aquela vida estável que havia começado para trás. Agora era vida ou morte, mas Deus era com ele.

Ah! Como Deus precisa hoje de jovens de coragem e de atitudes assim como era Moisés. Ele tem procurado mas tem achado poucos e, com isso, o Seu povo sofre. A cada ano que passa, o mundo se torna pior, mais maldoso, mais longe de Deus. Ele tem chamado: “Venha, agora, Eu os enviarei, meninos da E.B.I.! Não pense só em si próprios, mas naqueles que o diabo tem dominado através dos vícios, das doenças, da depressão e sem o conhecimento da verdade. O Meu Filho foi sacrificado por todos os perdidos. Quem vai anunciá-Lo para Mim?”

por, D. Ester Bezerra

Equipe Movimento Universal – O Movimento é você quem faz…

Nossas Rutes e Orfas

Nossas Rutes e Orfas

A dor da perda do marido e de dois filhos não foi capaz de fazer de Noemi uma mulher revoltada ou incrédula. Ela, no seu íntimo, tinha certeza de que Deus cuidaria dela e não a deixaria passar necessidades. Na sua dor, ela também continuava transmitindo o amor de Deus. Sua companhia era doce e agradável, e passava segurança e certeza para suas noras.

Quando veio o momento de Noemi usar a sua fé e voltar para a sua terra, Orfa a abraçou fortemente e disse adeus, pois, ao contrário de Noemi, ela tinha quem pudesse acudi-la. Seu povo, sua terra, sua família e suas tradições pagãs a esperavam ansiosamente.

Já Rute foi diferente. Ela não pensou em si própria, pois sabia que se voltasse para sua parentela, viveria no meio da idolatria de sua família e isso não lhe interessava mais depois de conhecer o Deus de Noemi. Ela a amava por ter sido o instrumento de Deus em sua vida.

“Disse, porém, Rute: Não me instes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te; porque, aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus.” (Rute 1.16).

Vemos aqui a determinação de Rute em assumir sua fé. Sendo jovem, com certeza as atrações do mundo muito a encantavam, mas não pensou em seu bel-prazer e, sim, em sacrificar sua juventude, saindo para trabalhar duro no sustento da casa. Sentia-se responsável pelo bem-estar da sogra.

O cuidado e carinho visto nesta jovem não acontecem nos dias de hoje. A juventude deseja só se divertir em festas, bailes ou baladas, nas praias, nos cinemas e até mesmo nos estudos. Não são tementes a Deus e tampouco se importam com os seus pais ou aqueles que têm sido usados por Deus para ajudá-los, muito menos com as pessoas que sofrem e choram

Podemos representar Noemi como a Igreja do Senhor Jesus. Muitos são os que deixaram a Deus, assim como Orfa, abandonando o primeiro amor e seguindo com suas vidas distantes de Deus, nas orgias, prostituições e dependência dos vícios.

As nossas crianças devem ser como Rute que amou tanto a Deus como o Seu povo a ponto de deixar o seu futuro nas mãos Dele.

Guardando o primeiro amor,

por D. Ester Bezerra


Equipe Movimento Universal – o Movimento é você quem faz…