Mais músicas sobre Abraão (versão Tecladistas)

por LouvoresdoReino.net

Músicas de Abraão (Tecladistas 2)

 Mais 10 gravações de tecladistas em português, na fé de Abraão.

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  1. O MÁXIMO DE ABRAÃO | Bateria
  2. ALTAR DO HOLOCAUSTO (DEUS PROVERÁ) | Bateria
  3. O SEGREDO DA TUA VITÓRIA | Bateria
  4. NÃO MORREREI | Piano > Bateria
  5. ALTAR DO HOLOCAUSTO (EU JUREI) | Bateria Lenta > Bateria
  6. Olhai Para Abraão | Piano
  7. PELA FÉ VOU SUBIR | Bateria
  8. EU VOU E NÃO VOU VOLTAR | Bateria
  9. Vou Agir A Minha Fé | Piano
  10. FAZ GERAR EM MIM SENHOR (O PERFEITO SACRIFICIO) | Bateria

@MoviUniversal

Músicas de Abraham (versiones en español)

Agradecendo ao Pessoal do louvoresdoreino.net

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  1. Basta De Verguenza y Humillación (Vete Abraham) | Piano
  2. BASTA DE VERGUENZA Y HUMILLACIÓN (VETE ABRAHAM) | Bateria
  3. El Altar de Holocausto (Dios Proveera) | Piano
  4. EL ALTAR DE HOLOCAUSTO (DIOS PROVEERA) | Bateria
  5. EL JURAMENTO DE DIOS | Bateria
  6. El Sacrificio de Abraham | Piano
  7. Mostrar ESTA LLEGANDO EL DIA (versión Abraham) | Bateria
  8. Haz Generar En Mi Señor (El Perfecto Sacrificio) | Piano
  9. HAZ GENERAR EN MI SEÑOR (EL PERFECTO SACRIFICIO) | Bateria
  10. LEVÁNTATE ABRAHAM (ALIANZA CON DIOS) | Bateria
  11. LO MÁXIMO DE ABRAHAM | Bateria
  12. NO MORIRÉ | Bateria
  13. Ve Abraham al Moriah | Piano > Bateria Lenta
  14. Vete Abraham, Dios Te Llama | Piano
  15. VETE ABRAHAM, DIOS TE LLAMA | Bateria
  16. VINE AQUI PARA DECIDIR (LA DECISIÓN) | Bateria
  17. ¡YO CREO ¿Y QUE? | Bateria

Ilustração do banner – IURD Portugal

Qual a imagem que você tem tido na sua vida?

Essa imagem aqui tem sido a imagem que  o mundo tem de Jesus e o diabo, mas qual tem sido a imagem que você tem tido de Deus na sua vida, chegou a oportunidade de você mudar essa imagem que muita das vezes é a que tem prevalecido na sua vida.

Abaixo a imagem que Deus quer em sua vida!

@MoviUniversal

Fé, Revolta e Sacrifício

MARCELO CRIVELLABispo Marcelo Crivella

Fé, revolta e sacrifício são a essência da vida com Deus. Fé lembra o profeta Habacuque e sua época em que Jerusalém estava cercada por Nabucodonosor e a destruição era eminente. Seu livro tem apenas três capítulos e começa com uma pergunta: Por que?
E quem de nós, pelo menos uma vez na vida, também não perguntou ‘por que?’ Por que uma criança nasce com defeito? Por que um raio cai do céu e destrói a casa de um pobre? Por que uma bala perdida numa comunidade carente mata uma criança inocente? Por que?
E Habucuque nas suas reflexões, no profundo do seu coração, cunhou uma sentença bela e estupenda que só podia vir de Deus: “O meu justo viverá pela sua fé”. Mais não se podia dizer.
Em um mundo injusto com tantas desigualdades, só a fé é capaz de garantir a vida. Sem ela somos atormentados por dúvidas e temores, hesitantes, um sal sem sabor; uma nuvem sem água, vagando pelos céus; uma onda do mar levada pelos ventos; um morto vivo.
Naturalmente a fé causa uma revolta contra isso tudo e constrói com sacrifício a vitória derradeira. Esse caminho estreito e apertado foi o que Deus traçou para o surgimento da Igreja Universal.
O bispo Macedo quando jovem, frequentou uma igreja evangélica na Zona Sul, por cerca de dez anos. Seu desejo era pregar, mas os líderes não viam nele qualquer virtude ou talento, qualquer expressão que chamasse a atenção. Nem sequer teve a oportunidade de servir como obreiro. Dez anos não são dez dias. Outro teria desistido. Outro teria desanimado. Não ele. E a razão era a fé.
Movido pelo desejo de servir a Deus, ele e dois amigos, vieram para uma igreja no subúrbio. Eu era apenas um menino nessa ocasião, mas recordo que lá também o pastor fez a mesma avaliação. Passado algum tempo, consagrou os outros, mas não o bispo. Mais uma vez ele era colocado de lado, excluído, diminuído, enfrentava o preconceito, o desalento e a frustração. Outro teria desanimado. Outro teria, desistido.
Um dia estava almoçando na casa da minha vó, quando ele entrou. E me permita aqui quebrar de leve o protocolo para fazer uma pequena lembrança, uma honrosa menção àquela senhora extraordinária. Um inesquecível exemplo de renúncia, dedicação e amor.
O bispo vinha avisar que deixaria o emprego para pregar o evangelho. Ele já era casado, tinha uma filha e a esposa estava grávida do segundo. Um gesto de fé extrema para quem era desacreditado por todos. Para uma família humilde como a nossa, um emprego público, como o dele, representava a garantia de uma vida livre do desemprego.
Ela apenas ponderou: “Não deixe de pagar o instituto, para garantir a aposentadoria quando envelhecer”
Quando assisto essa orgia histérica dos insultos mais tôrpes, esse ódio neurótico, essa perseguição implacável, esse dilúvio de injurias, infâmias e calúnias contra o bispo e a igreja, capazes que são de publicar com a mais equivocada convicção o maior dos enganos, a tese transloucada de que ele engendrou uma fórmula para explorar os pobres, lamento com profunda amargura. Certamente não conhecem a Igreja Universal, quem somos, de onde viemos.
Pode ser que em alguma de nossas igrejas, seja no Brasil, na África, na Europa, na Ásia ou em qualquer parte do mundo, alguém, algum dia, tenha colocado sobre o altar um sacrifício tão grande quanto o dele, maior não. Ele ofereceu tudo que tinha, o próprio emprego sem qualquer garantia, sem qualquer esperança, senão por fé.
Passado um mês, nasce sua segunda filha e fui pela manhã visitá-la no hospital do Iaserj. Ela havia nascido com lábio leporino e bebês assim, são magrinhos, com olheiras, com o rosto deformado, uma ferida aberta na boca, sem uma parte dos lábios, com uma fenda no céu da boca o que torna impossível a amamentação, pois não conseguem fazer sucção, engasgam e padecem muito. Foram dias, meses, anos de um sofrimento atroz.
No caminho de volta, da praça da Cruz Vermelha até o Largo da Glória, caminhando ao longo da rua do Riachuelo, cada passo era uma lágrima. Como Habacuque eu perguntava: por que? Por que um homem pobre, mas dizimista fiel, no momento supremo da sua existência, quando resolve deixar seu emprego, seu sustento, seu ganha pão, para pregar a Palavra, recebe como prêmio um castigo e dos piores, porque eu não sei se há dor maior do que um pai ir ao berçário de um hospital, apenas para ver, apenas para constatar, que sua filha é a única enferma, a única ferida, frágil, sofrendo e chorando, enquanto a dos outros são tão bonitas.
E como sempre, nos momentos graves, minha família se reuniu na casa da minha vó. À tarde ele chega. Estava, naturalmente, muito triste, mas disse duas coisas que guardei. A primeira: “Eu vou gostar mais dela do que da outra.”
A outra, a quem se referia, era sua primeira filha, uma criança muito formosa. Não creio ser possível gostar mais de um filho que do outro, mas havia um significado mais profundo naquela expressão. Era muito mais que um pai tentando compensar, proteger, extravasar sua dor.
Mais tarde verifiquei que a essência daquelas palavras iria se refletir no surgimento e na atuação da Igreja Universal que é decididamente vocacionada a gostar mais do que sofre, do aflito e do necessitado. E logo se começa a buscar as almas perdidas nas encruzilhadas, nas favelas, nos terreiros, nos manicômios, nas catacumbas dos vícios, na miséria das drogas, na falência dos lares destruídos. E salões, galpões, cinemas começam a encher com enfermos, pobres, desempregados, aflitos, endemoniados em busca de alívio e libertação. O povo que andava em trevas viu uma grande luz.
A segunda coisa que disse foi: “eu não vou ficar com raiva de Deus. Vou ficar com raiva do diabo. Agora mesmo é que eu vou invadir o inferno para resgatar as almas perdidas.”
Ali já não era mais um rapaz qualquer, obscuro e anônimo. Ali nascia um líder. Nascia também um povo capaz de enfrentar os maiores desafios, as perseguições mais duras e virulentas. De fibra e força que não recua, que não se agacha, que não foge da luta nem teme o sacrifício. Um povo com o olhar cravado nas promessas de Deus para rasgar nos horizontes a perspectiva iluminada do seu destino, determinado, forjado, selado pela fé em Deus. E isso porque no momento mais difícil, mais cruel, mais duro, um justo viveu pela sua fé!
A Igreja Universal não surgiu com a deliberação de uma assembléia de homens ilustres, ou de um conselho diretor ou de uma fundação de notáveis. Nem tão pouco foi subsidiada, patrocinada, bancada por recursos do governo ou de um milionário caridoso. Essa igreja é a resposta simples, direta e fiel de um Deus que honra a fé, a revolta e o sacrifício.
A frase, “eu não vou ficar com raiva de Deus. Eu vou ficar com raiva do diabo”, marca a revolta da fé. Se ficasse com raiva de Deus seria a rebelião e o resultado, um oceano de fracasso, um Himalaia de frustração. Os rebeldes culpam a Deus pelos infortúnios da vida. A rebeldia tem formas distintas e sutis de se manifestar. Alguns rebeldes afrontam os mandamentos desafiando a Deus com seus pecados e crimes. Outros manifestam uma indiferença fria e distante com as coisas de Deus, fazendo da própria vida um imenso desperdício de tempo e uma triste história de mediocridade. Há também os fariseus que são os rebeldes de igreja que conhecem a palavra mas não as praticam.
Abraão foi revoltado quando vagava no deserto esperando a promessa que demorava a chegar. No entanto, nunca se rebelou. Moisés se revoltou com a escravidão do seu povo como Josué se revoltou quando na terra prometida encontrou muralhas e gigantes. Mas não foram rebeldes. Davi se revoltou contra as afrontas do Golias. Jó, o mais revoltado de todos que no ápice do seu sofrimento amaldiçoou o dia em que nasceu, jamais se rebelou. Ele continua a ser, através dos tempos, o mais veemente exemplo do que um homem é capaz de suportar e vencer quando movido por sua fé. E foi no seu sacrifício que Deus lhe restituiu sete vezes mais.
A vida do justo não é a vida do convento, do mosteiro no alto do monte, da santidade absoluta. É a vida da fé, das lutas do dia a dia na planície da vida. Com suas virtudes e defeitos, injustiçado e perseguido, como ovelha entre lobos, que às vezes chora mas sabe que será consolado, que tem sede e fome de justiça e crê que será saciado. Gente simples e humilde com todas as veras da sua alma. Que põe a mão no arado e não olha para trás, custe o que custar, doe o que doer. Que não se apequena, que não se acovarda. Filhos da fé, da revolta e do sacrifício.

O Verdadeiro Cristão está Pronto para Renunciar?

O verdadeiro cristão está pronto para Renunciar ?

luis neves ferreira,por do sol a preto e branco1Quem quiser ser líder de uma multidão vai ter que renunciar uma “multidão” de coisas. Tudo na vida tem um preço, seja você nascido de novo ou não. Esse foi o caminho que Jesus nos ensinou! “Pois quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; quem perder a vida por Minha causa, esse a salvará” (Lucas 9.24). Então, se você quer ser um homem como Abraão, Gideão, como Josué e Calebe , ou seja uma pessoa bem sucedida, tem que está pronto a renunciar,pois esses homens renunciaram, Abraão a casa do seus pai, Gideão o segundo boi, e você? quer ter sucesso como esses homens de Deus tiveram? você, tem que seguir três passos: renunciar, continuar renunciando e viver renunciado.

Renunciar é dizer sim pra Deus sempre – Todas as vezes que você disser “sim” para Deus, renuncia alguma coisa. Não existe ninguém que tenha dito este “sim”, sem que tenha algo para consertar ou para deixar para trás. O você, esta pronto para deixar para traz o que Deus lhe pedir?
A definição de renúncia é: Desistir (da posse ou exercício de um direito); abdicar, resignar, abandonar, deixar espontaneamente a posse de, recusar, rejeitar, abjurar de, renegar (Dicionário Michaelis).

A renúncia e a obediência caminham juntas – No reino de Deus não existe ninguém que renuncie sem ter o caráter de obediência.veja Abraão, Gideão e tantos outros que por meio da obediência fizeram a diferença deixaram o nome na historia, hebreus 11:8. Para renunciarmos, precisamos conhecer a rota do obedecer. A maioria de nós queremos muito ser abençoados,mais esquecemos,que temos que renunciar para ganhar! essa e a lei de Deus


recebido por e-mail

Equipe Movimento Universal – O Movimento é você quem faz…

A Fé nos faz Olhar para Frente

passos1Muitas pessoas não prosperam porque ficam a olhar para trás. Ou seja para os fracassos do passado, os maus investimentos, as muitas tentativas de ter o próprio negocio falhadas, negociações ou sociedade onde foram enganadas.

E o que acontece é que, estes fracassos e decepções, ficam como que uma corrente que lhes amarra os pés e as mãos, impedindo assim a pessoa de agir ou andar para frente e dar passos em direcção à sua independência financeira.

Quando se participa no Congresso Financeiro se aprende a olhar para frente, se libertar das decepções e fracassos do passado e a dar passos firmes em direcção ao topo do sucesso. Onde as pessoas aprendem com os erros que foram cometidos mas nunca se deixam paralisar por eles.

Pois, num mercado tão competitivo, onde as pessoas estão buscando cada vez mais serem competentes, qualificadas, não se pode ficar parado nem tão-pouco se considerar um zero à esquerda, é preciso avançar.

Porque por menor que seja o passo dado em direcção ao seu objectivo, mais perto você estará da realização do seu sonho. Se deseja que coisas mudem em relação à vida financeira, mude as suas atitudes, deixe de olhar para trás e comece a olhar só em frente.

Fonte: Blog Congresso Financeiro –  IURD Portugal
Equipe Movimento Universal – O Movimnto é você quem faz…

Prótese da Fé

paisagemPrótese da Fé, por Bp.Edir Macedo

Em quase todas as reuniões que temos realizado com bispos, pastores, obreiros e povo em geral temos procurado conscientizar a nova vida  proposta pelo Altissimo.

A maioria das pessoas tem recebido os benefícios da fé. Mas apenas uma minoria tem recebido o benefício maior: a vida transformada.

Na ciência médica os cientistas têm trabalhado para criar órgãos novos para substituir os órgãos lesados pela doença. Enquanto isso, em alguns casos, eles usam a prótese.

Nem se compara um órgão novo com uma próstese!

Assim também é em relação à fé viva no Deus Vivo! Ele não oferece vida protética. Mas completamente nova!

Mas o prêço é a entrega incondicional. Por questão óbvia não é possível manter duas vidas. Se não há entrega da atual não é possível receber uma nova. Ou uma ou outra!

O problema é que a maioria quer a nova, mas não abre mão da antiga. Daí porque muitos “crentes” são fracassados na fé.


Publicado por Bp.Edir Macedo